O equilíbrio entre vida social e trabalho é um tema urgente, especialmente para quem vive as pressões de um sistema que cobra mais do que oferece. Para muitas pessoas, especialmente aquelas que enfrentam opressões interseccionais, como mulheres, pessoas pretas e LGBTQIAPN+, o desafio não está só em “administrar o tempo”, mas em sobreviver a um cotidiano exaustivo.
Autocuidado, nesse cenário, não pode ser apenas um discurso vazio ou uma lista de tarefas inalcançáveis. Precisa ser entendido como um direito — e não um privilégio. Mas como encontrar esse equilíbrio em meio a jornadas intensas, escalas de trabalho 6×1, demandas emocionais e a necessidade de pertencer e se cuidar?
A resposta não é simples, mas passa por reconhecer suas prioridades, seus limites e criar momentos de presença genuína — seja no trabalho ou na vida pessoal. Isso não significa um tempo dividido de forma igual, mas sim respeitar o que importa pra você, sem esquecer que descanso e saúde são essenciais.
Se você sente que algo está fora do eixo ou que as demandas te engolem, saiba que buscar apoio pode ser um passo. Afinal, equilibrar não é carregar tudo sozinho, mas encontrar formas de viver com mais leveza e significado. Faz sentido para você?